pmid: "18258644"
title: "Echinacea na infecção."
authors: "Birt DF, Widrlechner MP, Lalone CA, Wu L, Bae J, Solco AK, Kraus GA, Murphy PA, Wurtele ES, Leng Q, Hebert SC, Maury WJ, Price JP"
journal: "The American journal of clinical nutrition"
pubdate: "2008 Feb"
doi: ""
source: "PubMed Abstract"
Echinacea na infecção.
Autores
Birt DF, Widrlechner MP, Lalone CA, Wu L, Bae J, Solco AK, Kraus GA, Murphy PA, Wurtele ES, Leng Q, Hebert SC, Maury WJ, Price JP
Periodico
The American journal of clinical nutrition (2008 Feb)
Conteudo
Estudos em andamento têm desenvolvido estratégias para identificar compostos bioativos e perfis químicos chave em Echinacea com o objetivo de melhorar seus benefícios à saúde humana. Ensaios antivirais e anti-inflamatórios e antinociceptivos têm visado várias classes de produtos químicos responsáveis por essas atividades. A análise de frações polares de extratos de E. purpurea mostrou a presença de atividade antiviral, com evidências sugerindo que compostos polifenólicos diferentes do conhecido inibidor do HIV, ácido chicórico, podem estar envolvidos. A atividade anti-inflamatória diferiu por espécie, com E. sanguinea tendo a maior atividade e E. angustifolia, E. pallida e E. simulata tendo um pouco menos. O fracionamento e estudos com compostos puros indicam que essa atividade é explicada, pelo menos em parte, pelos constituintes alcamidas. Extratos etanólicos de raízes de Echinacea apresentaram atividade potente como novos agonistas do TRPV1, um receptor de dor em mamíferos relatado como integrador da dor inflamatória e hiperalgesia e um alvo terapêutico principal para medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios. Uma fração do extrato etanólico de E. purpurea foi bioativa neste sistema. Curiosamente, os compostos anti-inflamatórios identificados para inibir a produção de prostaglandina E(2) diferiram daqueles envolvidos na ativação do receptor TRPV1.